É o sétimo estado a abrir investigação contra a Telexfree
O Ministério Público do Rio Grande do Norte vai
abrir um inquérito civil para investigar a atuação de empresas de
marketing multinível no estado. Serão investigadas a Telexfree, BBom,
NNex, Multiclick, Priples e Cidiz. A promotoria de Defesa do Consumidor
irá investigar se as empresas fazem uso da pirâmide financeira, ilegal no Brasil.
A decisão foi tomada nesta terça e o Rio Grande do
Norte é o sétimo estado a abrir investigação sobre a mais famosa das
empresas citadas, a Telexfree, também alvo de investigação do Ministério
da Justiça.
Por todo o país, divulgadores da empresa fazem
manifestação contra a decisão da Justiça do Acre, que suspendeu
pagamentos e novas adesões à empresa no último dia 18. A decisão foi
mantida pelo Tribunal de Justiça do Acre depois de recurso no último dia
24.
As empresas citadas garantem que são legais. A BBom
diz que o produto da empresa é diferenciado e mais qualificado que os
dos demais investigados. A empresa comercializa um rastreador veicular
através de uma rede de franquias.
Ele disse ao G1 que os investidores lucram alugando
estes rastreadores. "Ao entrar você adquire uma microfranquia e recebe
um rastreador veicular para uso pessoal e outros para serem inseridos
na rede de franquias do Unepxmil, que chega a duas mil lojas no Brasil.
Muitas das empresas não conseguem atingir o cliente tradicional porque
ficam dentro do marketing multinível", garante.
A empresa Priples vende espaços publicitários na internet. Divulgadores da Telexfree também defendem a legitimidade da empresa.
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